Quem nunca se pegou bêbado em uma mesa de bar discutindo a regra do impedimento, que atire a primeira pedra. Com certeza também já se prontificou a explicar para a namorada, mãe, amiga-gostosa-que-queria-pegar, irmã, vizinha ou qualquer outra pessoa que seja, sem sucesso, claro, a matéria deste post. Não é de hoje que a regra 11 é a mais complicada do futebol. A regra do impedimento é aquela que mais “polêmicas” cria nos programas esportivos, assim como em campo, na cabeça dos torcedores e dos jogadores também.
Vendo o jogo entre Corinthians X Atl. Paranaense, pude observar um lance onde fica claro que os jogadores profissionais têm dificuldade com essa regra, claro que a falta de atenção também ajuda. Mas se os profissionais do futebol não entendem bem essa penalidade, imagine então o espectador?
Um jogador estará em impedimento quando se encontra mais perto da linha de fundo adversária que a bola e o penúltimo adversário e não estará impedido quando estiver em sua própria metade do campo, na mesma linha que o penúltimo adversário ou na mesma linha que os 2 últimos adversários. Esta última situação, aliás, me faz lembrar da famosa linha de impedimento que a zaga faz, a nossa querida “linha burra”, que mata de rir qualquer um quando dá errado, ainda mais se o zagueiro a dar condição levanta a mão.
Em situação de impedimento o jogador só será penalizado quando interferir diretamente no jogo, interferir com um adversário ou tomar vantagem dessa posição. Se ficar bravo e der um bicão na bola pra longe ou ofender a genitora do árbitro ou seus dois torcedores particulares também.
Não será caracterizado impedimento quando a bola partir de um tiro de meta, escanteio e arremesso lateral. Quando o juiz apitar o impedimento, será cobrado pelo time adversário um tiro livre indireto (em dois lances) do local onde a penalidade foi cometida.
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